Cuaderno del mundo horizontal

A portabilidade dos cadernos. A intimidade dos cadernos. O livre rabisco dos cadernos. A apologia do garrancho e da desordem. O caos do pensamento amorfo. A alegria e a preguiça do mundo horizontal.

sábado, 30 de julho de 2011


Flor-esperança ameaçada por um sopro.
Tudo é ar quando se teme ou redime.
Mas o menino nem olha o que detém,

anjo distraído,
não antevê a catásfrofe
nem mira o passado estarrecido

O que olha este anjo não está no olhar
nem aqui nem acolá
além olhar, além janela, além tela,
o que revela?
Postado por Bárbara Piñeiro Pessôa às 13:03
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